História do Futebol
Seja por sua simplicidade ou sua atraente forma de
disputa, o futebol é um dos esportes mais populares em todo o mundo.
Segundo uma pesquisa realizada pela FIFA (Federação Internacional de
Futebol Associado) no ano de 2006, cerca de 265 milhões de pessoas
praticam o esporte regularmente, seja de maneira profissional,
semiprofissional ou amadora.
As origens mais antigas
desta importante modalidade esportiva são encontradas na China Antiga,
por volta de 3000 A.C. De fato, esta é uma história um tanto quanto
horripilante: os chineses praticavam uma mistura de jogo e treinamento
militar, o qual consistia em chutar as cabeças dos inimigos mortos em
batalha até levá-las a duas estacas fincadas no campo.
De fato, é possível
encontrar outras referências de jogos semelhantes durante toda a
Antiguidade, sem, claro, o detalhe das macabras “bolas” que os soldados
chineses usavam. No Japão Antigo, foi desenvolvido o Kemari (oito
jogadores de cada lado, as bolas eram feitas de fibras de bambu); os
gregos criaram o Episkiros (nove jogadores em cada equipe, a bola era
feita de bexiga de boi); entre outros exemplos.
Na Idade Média, surgiu
uma modalidade bastante parecida com o futebol que conhecemos
atualmente, porém com a característica de uma descomunal violência: o
gioco del calcio. Para se ter uma ideia, os jogadores podiam dar socos,
pontapés e diversos outros golpes violentos uns nos outros com o fim de
introduzir a bola nas barracas armadas no fundo de cada campo. Toda essa
violência, que inclusive resultara na morte de muitos jogadores, fez
com que o esporte fosse proibido pelo rei Eduardo II.
Pode-se assim dizer que o
gioco del cálcio foi o esboço do futebol, porém, foi na Inglaterra,
durante o século XVII, que o mesmo foi sistematizado e organizado,
passando a ter regras claras, rígidas e objetivas. A contribuição dos
ingleses foi fundamental para o avanço do esporte e sua gradual
popularização. Durante toda a segunda metade do século XIX, vários
aperfeiçoamentos foram idealizados, como a criação da figura do goleiro
(1871), o tempo de noventa minutos (1875), o pênalti (1891), entre
outros exemplos.
Acredita-se que o futebol
tenha sido introduzido no Brasil por meio de Charles Miller, um
paulistano que teve contato com o futebol inglês e trouxe consigo, em
1894, uma bola e um conjunto de regras do esporte. A primeira partida
foi realizada um ano mais tarde, em 1895, entre funcionários de duas
empresas paulistas.
História do Basquete

A história da origem do basquete
nos leva ao rigoroso inverno do Estado de Massachusetts (EUA), em 1891,
período em que as opções de práticas esportivas se restringiam apenas
às bem menos atrativas aulas de ginástica. Foi mediante esta realidade
que a diretoria do Springfield College, instituição pertencente à
Associação Cristã de Moços (ACM), deu ao professor de Educação Física
canadense James Naismith a tarefa de criar uma nova modalidade esportiva
capaz de estimular os alunos e que poderia ser jogada durante todo o
inverno, em ambientes fechados.
Naismith aceitou o desafio. Depois de pensar
bastante, chegou às conclusões de que o novo esporte deveria ter um
alvo fixo e que o uso da bola seria algo fundamental. Além disso, a
modalidade deveria ser menos violenta que o futebol americano e ter um
espírito coletivo. Para tentar evitar choques físicos, o professor optou
pelo uso das mãos ao invés dos pés, e, para evitar socos acidentais, os
jogadores não poderiam bater a bola com os punhos fechados.
Em relação aos
alvos do jogo, Naismith decidiu inovar e não coloca-los no chão, como no
futebol ou no hóquei, mas sim, suspendê-los acima dos jogadores,
mais precisamente a 3,05m de altura. As primeiras cestas de basquete
foram dois cestos de pêssegos velhos. Uma curiosidade é que nas
primeiras partidas a bola era lançada aos cestos e lá permanecia, isto
é, os cestos eram fechados. Foi só após alguns meses que tiveram a ideia
de cortar o fundo dos mesmos para dar maior agilidade e praticidade à
prática do esporte.
A
primeira partida oficial de basquete ocorreu em 1892, disputada entre
alunos e professores do Springfield College. De lá pra cá, o esporte só evoluiu. Hoje em dia, estima-se que mais de 300 milhões
de pessoas praticam o esporte em todas as partes do mundo. No Brasil, o
basquete foi introduzido pelo professor norte-americano Augusto Shaw,
em 1894, o qual viera para ministrar aulas no colégio Mackenzie, em São
Paulo.
Não se sabe exatamente quem criou o handebol, embora se tenha registros de modalidades semelhantes em vários momentos históricos. A verdade é que, desde a criação da bola, a prática do handebol já parecia ser algo inevitável. Para se ter uma ideia, um jogo parecido (a principal diferença é que não havia balizas) já era praticado na Grécia Antiga, fato até citado por Homero na Odisseia.
Entretanto, a fama de criador do handebol é de um professor de Educação Física: o alemão Karl Sshelenz, considerado o pai do esporte. Em 1919, o professor reformulou o “Torball”, uma modalidade parecida, só que destinada a mulheres. Desta forma, o esporte passou a ser praticado por homens, ganhou novas regras (passou a ser praticado em um campo maior, por exemplo) e um novo nome: Handball.
Devido ao fato do esporte ter sido desenvolvido por um professor de educação física, o handebol ganhou grande aceitação nas escolas e colégios de muitos países, como Alemanha, Áustria, Suécia, Dinamarca e Checoslováquia, iniciando assim, as primeiras competições internacionais.
Até então, as regras do esporte eram publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, fato que mudou em 1927, com a criação da Federação Internacional de Handebol, composta por 39 países membros.
Outro importante capítulo da história do handebol foi a sua inclusão pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. No Brasil, o esporte foi introduzido por volta de 1930 no Estado de São Paulo, e a partir de então, o handebol não parou de crescer.
História do Handebol

Não se sabe exatamente quem criou o handebol, embora se tenha registros de modalidades semelhantes em vários momentos históricos. A verdade é que, desde a criação da bola, a prática do handebol já parecia ser algo inevitável. Para se ter uma ideia, um jogo parecido (a principal diferença é que não havia balizas) já era praticado na Grécia Antiga, fato até citado por Homero na Odisseia.
Entretanto, a fama de criador do handebol é de um professor de Educação Física: o alemão Karl Sshelenz, considerado o pai do esporte. Em 1919, o professor reformulou o “Torball”, uma modalidade parecida, só que destinada a mulheres. Desta forma, o esporte passou a ser praticado por homens, ganhou novas regras (passou a ser praticado em um campo maior, por exemplo) e um novo nome: Handball.
Devido ao fato do esporte ter sido desenvolvido por um professor de educação física, o handebol ganhou grande aceitação nas escolas e colégios de muitos países, como Alemanha, Áustria, Suécia, Dinamarca e Checoslováquia, iniciando assim, as primeiras competições internacionais.
Até então, as regras do esporte eram publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, fato que mudou em 1927, com a criação da Federação Internacional de Handebol, composta por 39 países membros.
Outro importante capítulo da história do handebol foi a sua inclusão pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) nos Jogos Olímpicos de Berlim, em 1936. No Brasil, o esporte foi introduzido por volta de 1930 no Estado de São Paulo, e a partir de então, o handebol não parou de crescer.
História do Voleibol

O
voleibol foi criado pelo norte-americano William George Morgan,
professor de Educação Física da YMCA (Associação Cristã de Moços) de
Holyoke, Massachusetts (EUA), em 1895. Embora o basquetebol, criado
alguns anos antes pelo também professor da YMCA James Naismith tenha
tido uma grande aceitação, Morgan considerava o esporte extenuante e de
grande contato físico. Desta forma, teve a ideia de desenvolver uma
modalidade que fosse mais leve e, ao mesmo tempo, estimulante para seus
alunos de meia-idade, grande parte deles formada por homens de negócio.
Morgan teve o tênis como inspiração para a criação do voleibol: redes,
quadra e a lógica de passar e repassar a bola de um lado para o outro.
Entretanto, desejava que sua modalidade não exigisse tantos materiais e
recursos, isto é, que fosse mais prática e democrática que o tênis.
Assim, nascia o voleibol, um esporte que podia ser jogado em áreas
cobertas ou fechadas, com mais ou menos pessoas, e que não requeria
materiais específicos (a bola era passada pelas próprias mãos dos
jogadores).
Os
maiores problemas enfrentados por Morgan se concentraram na decisão de
qual tipo de bola deveria ser utilizado. A primeira opção era usar a
bola de basquete,
porém rapidamente o professor viu que a mesma era muito pesada.
Posteriormente, tentou usar apenas a câmera do objeto, contudo ficou
algo bastante leve para a prática. A questão somente foi resolvida
depois que Morgan solicitou à firma A.G. Spalding & Brothers a
fabricação de uma bola especialmente adaptada às necessidades do
voleibol, algo bastante parecido com a bola que conhecemos hoje em dia.
A
primeira partida pública de voleibol ocorreu em 1896, durante uma
convenção de professores de Educação Física da YMCA, na universidade de
Springfield. Uma curiosidade é que até esta data, William Morgan chamava
o esporte de “minonette”. Foi após a primeira demonstração da
modalidade que o nome pelo qual conhecemos o esporte foi sugerido pelo
professor Alfred Halstead.
Nos
anos seguintes, o voleibol já se espalhava por diversas cidades
americanas. Posteriormente, graças ao alcance da Associação Cristã de
Moços Internacional, o esporte se difundiu por vários países, como
Canadá, Cuba, Filipinas, China, Japão e grande parte da Europa.
O vôlei se tornou conhecido na América Latina por volta de 1910, quando autoridades peruanas entraram em contato com educadores
dos Estados Unidos em busca de aprimoramentos em seus programas de
Educação Física. Não se sabe exatamente quando o esporte chegou ao
Brasil. Acredita-se que o mesmo tenha sido introduzido pela ACM de São
Paulo, por volta de 1916.
História da Ginástica

A
ginástica, enquanto atividade física, tem suas origens na Antiguidade,
uma vez que os exercícios típicos do esporte já eram desempenhados pelos
homens pré-históricos com o intuito de se protegerem de ameaças
naturais. Por volta de 2600 a.C., especialmente em civilizações
orientais, os exercícios da ginástica passaram a fazer parte de
festividades, jogos e rituais religiosos.
Contudo, pode-se
dizer que foi na Grécia que a ginástica ganhou grande destaque, se
tornando um elemento fundamental para a educação física dos gregos. De fato,
os mesmos a conceberam como uma forma de busca por corpos e mentes
sãos, dando à modalidade um papel fundamental na busca do equilíbrio
entre aptidões físicas e intelectuais. Além disso, a valorização grega
do ideal de beleza humana favoreceu ainda mais a evolução da ginástica,
uma vez que sua prática era vista como uma forma de cultuar o corpo.
Posteriormente, na
civilização romana, o esporte se afastou bastante de sua faceta grega,
já que a valorização do corpo era vista como algo imoral pelos romanos.
Assim, nesta época, a prática da ginástica se resumiu apenas a
exercícios destinados à preparação militar. A rejeição do culto à beleza
física também foi registrada durante a Idade Média, aspecto que
resultou na perda da importância do esporte nesta época. Desta forma, a
ginástica retomou sua evolução somente com o Renascentismo e a
revalorização das referências culturais da antiguidade clássica.
Para a maioria dos
especialistas, a ginástica atual teve no início do século XIX o seu
grande momento, pois foi neste período que surgiram as quatro grandes
escolas do esporte (Inglesa, Alemã, Sueca e Francesa) e os principais
métodos e aparelhos ginásticos. Desde então, a modalidade não parou de
se desenvolver. Em 23 de julho de 1881, foi fundada a Federação Europeia
de Ginástica, entidade que se tornaria posteriormente, em 1921, a
atualmente conhecida FIG (Federação Internacional de Ginástica).
História da Natação

A natação está presente
na vida do homem desde os tempos mais remotos. Pode-se dizer que ela se
tornou uma qualidade física imprescindível para a sobrevivência do
mesmo, seja na busca por alimentos ou na fuga de um perigo em terra, e
em sua evolução. Sabe-se que os povos da Antiguidade eram grandes
nadadores. Registros mostram que no Antigo Egito, em 3000 a.C., os
filhos dos nobres aprendiam a nadar desde cedo.
Na Grécia, a prática da natação ganhou grande importância, uma vez que a mesma proporcionava o desenvolvimento harmonioso do corpo, algo bastante valorizado
pela sociedade grega. O filósofo Platão, por exemplo, afirmava que os
indivíduos que não haviam aprendido a nadar não poderiam ser
considerados educados. Foi na civilização grega, inclusive, que surgiram
as primeiras disputas de natação: os Jogos Ístmicos, disputados em homenagem ao deus
Poseidon. Já na civilização romana, a modalidade foi base da preparação
militar dos soldados do império.
Após passar um período de decadência durante a Idade
Média, uma vez que nessa época se passou a acreditar que sua prática
provocasse a disseminação de doenças, a natação voltou a crescer durante
o Renascimento. Várias piscinas públicas foram criadas em toda a
Europa, especialmente em Paris, durante o reino de Luís XIV.
No entanto, sabe-se que a natação,
como esporte, tenha dado seus primeiros passos na Inglaterra, durante a
primeira metade do século XIX. Em 1837, foram disputadas as primeiras
provas da modalidade esportiva, na cidade de Londres. Desde então, a
natação foi se consolidando cada vez mais como um dos mais importantes
esportes. Uma prova disso é a presença da modalidade desde a primeira
edição dos Jogos Olímpicos modernos, inaugurada pelo barão Pierre de
Coubertain, em 1894. No Brasil, a natação foi introduzida em 1897, com a
fundação da União de Regatas Fluminense, na cidade do Rio de Janeiro.

Nenhum comentário:
Postar um comentário